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Auti Books apresenta nova forma de consumir livros

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Aliada a editoras nacionais, empresa visa ampliar o acesso dos brasileiros ao audiobook, grande tendência de consumo literário no mundo, e contribuir para a inclusão social

As editoras Intrínseca, Record e Sextante juntaram-se à Bronze Ventures para lançar uma nova plataforma de comercialização de audiobooks: a Auti Books. A ideia surgiu a partir de uma análise do mercado de audiobooks nos Estados Unidos, que apenas no ano de 2017, apresentou um crescimento de 22,7%, representando 6,5% do mercado editorial norte-americano.

Visando incentivar e fortalecer o hábito de leitura no Brasil, a empresa nasce com a missão de acompanhar as tendências da indústria editorial global e ao mesmo tempo permitir aos usuários experimentar, de maneira inovadora, grandes obras da literatura nacional e internacional. Sua vantagem é o uso acessível e remoto, possibilitando um melhor aproveitamento do tempo, seja no transporte, na prática de exercícios ou em conjunto com a família.

“Estamos enfrentando um grave problema cultural de hábito de leitura, e consequentemente, da educação do país, assim a Auti Books chega com a força de algumas das maiores editoras do Brasil, engajadas com a democratização da cultura e a transformação social do país”, ressalta Claudio Gandelman, CEO da Auti Books e sócio da Bronze Ventures.

O catálogo estreia com cerca de 100 livros em diferentes segmentos: ficção, negócios, comportamento, espiritualidade, política e autoajuda. A plataforma está disponível tanto no site quanto no aplicativo, com versões para Android e IOS. A previsão é que até o final de 2019 já haja mais de 500 títulos prontos.

“Ouço áudio livros em inglês há mais de 20 anos, quando ainda eram vendidos em fitas cassete, e adoro escutar títulos de negócio e de autoajuda enquanto caminho ou dirijo. Eles são um ganho enorme em nossa vida e estamos animados em oferecer nossos livros ao público brasileiro. Para isso, investimos em qualidade de locutores, estúdios de gravação, revisão etc,” explica o sócio Tomás da Veiga Pereira, da Editora Sextante.

Com curadoria e edição minuciosa, o investimento na Auti vai além do simples modelo de negócio. Produzidos pelas editoras e gravados em estúdios profissionais, os audiobooks focam na experiência do ouvinte, na interpretação de cada texto e especialmente no resgate da sensação acolhedora ao se escutar uma história.

 Presença expressiva nas listas de mais vendidos nos dois últimos anos no país, os títulos de autores nacionais terão grande destaque na plataforma. Uma oportunidade não só para os escritores darem voz às suas histórias e interagirem de forma mais próxima com o público, como também para os leitores/ouvintes, que agora poderão vivenciar muitas vezes suas obras preferidas narradas pelo próprio criador.

“O trabalho de narração, somente em Nova York, já emprega hoje mais profissionais do que a Broadway. Os números são inspiradores para nós. As vendas de audiobooks por lá somaram apenas entre abril e dezembro de 2017, US$ 495 milhões, conquistando 10% das vendas online de livros”, analisa o sócio Jorge Oakim, da Editora Intrínseca.

Os dados positivos também se estendem ao mercado europeu. A sócia Roberta Machado, da Editora Record, ressalta o crescimento do nicho no Reino Unido. “Dos consumidores de livros, 59% escutam audiobooks diariamente, seguidos de ebooks, com 56% de consumo diário”.

Além das editoras sócias, outras empresas do mercado editorial também terão seus livros disponíveis na Auti Books, como é caso da Universo dos Livros e da Companhia das Letras. “Aqui no Brasil as vendas de audiobooks acompanharão o amadurecimento do e-consumidor e os recordes de utilização de smartphones, propiciando a entrada de um novo público, consumidores de livros narrados. Pessoas que pelas mais diversas razões não têm acesso a livros atualmente”, complementa Matinas Suzuki Jr., Diretor da Companhia das Letras.

Segundo um estudo feito no ano passado pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) contemplando todas as capitais brasileiras, os smartphones já são a principal ferramenta de compra para 33% dos internautas. O número é ainda maior entre o público jovem, chegando a 48%. 

Um olhar social

A Auti Books aproveita o lançamento para iniciar uma campanha permanente com o objetivo de ampliar o hábito de leitura no país. De acordo com a última pesquisa da Retratos da Leitura no Brasil, realizada pelo IBOPE e encomendada pelo Instituto Pró-Livro, 61,8 milhões de brasileiros nunca compraram um livro na vida. A ideia da Auti Books é contribuir para mudar essa estatística.

A cada 10 audiobooks vendidos, a Auti Books doará um título para uma pessoa que não tem acesso a leitura. A empresa nasce com a força de algumas das maiores editoras nacionais, engajadas com a democratização da cultura e a transformação social do país. A meta é doar mil audiobooks no primeiro mês.

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Agência3 assina projeto digital sobre sustentabilidade para DOW

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Diálogos Mais Sustentáveis é uma plataforma de conteúdo criada pela Agência3 para DOW, empresa líder em ciência dos materiais, com o objetivo de discutir os desafios mais críticos que envolvem a sustentabilidade na América Latina e propor ações de impacto positivo. A ideia é que seja um espaço de compartilhamento de informações e de parceria com a sociedade para a construção de um mundo mais sustentável. A Dow oferece produtos e soluções de base científica para mercados importantes como embalagens, infraestrutura e cuidados do consumidor.

A agência fornecerá conteúdo digital para reforçar a comunicação com vários públicos e dar visibilidade ao projeto, reforçando o compromisso da marca com a sustentabilidade. Entre as metas da empresa estão a redução das emissões anuais de carbono até alcançar a neutralidade em 2050, investir em tecnologia para reciclagem de plásticos e até 2035 oferecer 100% de produtos reutilizáveis ou recicláveis nas aplicações de embalagens.

“A intenção é, por meio do nosso hub de conteúdo, abrir um espaço de conversa que amplie o conhecimento para reforçar as mudanças em nome da sustentabilidade”, diz Willian Rocha, Diretor de Conexões da Agência3.

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Estácio é o novo cliente da Raccoon

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A agência de marketing digital Raccoon assume a conta da Estácio, um dos maiores players de educação superior no Brasil, com uma enorme presença nacional. Entre outras ações, o escopo de trabalho da agência envolve gestão, performance (mídias pagas, web analytics e design) e criação de conteúdo digital (conteúdo, CRM, CRO, SEO e Front End). A parceria entre as empresas teve início em dezembro de 2020.

De acordo com André Palis, sócio-fundador da Raccoon, a conta da Estácio era um desejo antigo da empresa e um enorme desafio para a equipe. “Trata-se de um projeto bastante profundo. O segmento educacional é muito concorrido, os players do setor têm uma presença forte e intensa no ambiente online, de modo que o nível de trabalho tem que ser bem elevado”, afirma.

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Com estratégia Reamp e soluções para aplicativo do Google e Facebook, Movida transforma app em um dos principais geradores de negócios

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O uso de aplicativos para serviços automotivos apresenta grande crescimento no Brasil: segundo o eMarketer, até 2019, a popularidade desse serviço entre os donos de smartphones cresceu a uma taxa de 15% por ano, desde 2017. Foi percebendo essa oportunidade que a Reamp, adquirida pelo digital partner global Jellyfish em 2020, e a Movida Aluguel de Carros, locadora de veículos que oferece soluções inovadoras em mobilidade urbana para todo tipo de necessidade, criaram um projeto de otimização de aplicativo com tecnologia Google que transformou a performance nesse canal. O projeto contou, ainda, com o estudo direcionado sobre Aumento de Conversão do Facebook, com otimização da campanha também pela rede social.

O projeto, que ganhou ainda mais visibilidade com mudanças necessárias provocadas pela pandemia de COVID-19, começou com uma análise simples: a observação de que o site concentrava todas as conversões online, enquanto o app, que oferece praticidade e rápido acesso, gerava somente visitas, não conversões. “Era uma questão de centralizar a ciência de dados em mensuração e direcionamento de campanha. Com o aplicativo otimizado para compra, restava entender como engajar o usuário e apresentar para ele a oferta oportunamente”, contou Charles Sperandio, CMO da Movida.

A solução da Reamp foi simples: centralizar a mensuração no Analytics Firebase, do Google, e enviar, por lá, notificações via push de acordo com variantes como clima, audiência mais responsiva e geografia. “A ferramenta do Firebase, nesse contexto, acaba sendo essencial para a estratégia de crescimento, centralizando as informações sobre o app em um só lugar e permitindo uma mensuração mais precisa de desempenho, possibilitando ajustar estratégias em tempo real”, comenta Gustavo Galli, Gerente de Parcerias do Google.

A aferição do valor da otimização de social, feita em parceria com o Facebook, calculou o incremento das vendas – um método conhecido como Conversion Lift. Foi possível observar que, dentro das campanhas de social, a pesquisa foi fundamental e revelou tanto a importância da campanha na rede social (responsável pelo aumento do ROAS – Retorno Sobre o Investimento Publicitário – em mais de cinco vezes), quanto da sedimentação da mensagem pelo multicanal – contribuindo, também para as compras feitas dentro do aplicativo. Em resumo, a nova estratégia da Movida no Facebook, com uma estrutura de conta mais simples e ferramentas disponíveis no próprio aplicativo, aumentou o número de pessoas interessadas em seus serviços.

Para a empresa digital, o sucesso veio de uma convergência de fatores. “Foi importante a nossa percepção do aplicativo, mas também a estratégia de centralização, organização e ativação dos dados de usuário. No fim, o que conseguimos foi contextualizar o aplicativo dentro da jornada de compra e torná-lo relevante para o usuário no contexto dele, coordenando as táticas de App+Site. Quanto à estratégia de push, só no primeiro mês de disparos, o número de reservas aumentou 17% e o número de aberturas do app cresceu 48%. É uma média de aumento de 69% em aberturas do aplicativo e 20% em reservas a cada disparo. Pensando na estratégia geral, em apenas quatro meses, a participação de investimento nas campanhas de app aumentou de 5% para 44%, enquanto as reservas passaram de 9% para 59%.”, conclui Adones Duarte, da Reamp.

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