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Equinix prevê as 5 tendências que serão o foco digital das empresas em 2019

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5G, blockchain, privacidade de dados, inteligência artificial e cloud devem catalisar as principais mudanças de arquitetura de informação

As tendências de tecnologia e de dados em evolução, como 5G, blockchain, inteligência artificial e cloud, deverão catalizar mudanças significativas na arquitetura de redes em 2019, de acordo com a Equinix, empresa global de interconexão e data center, que anuncia suas cinco principais previsões para 2019.

A Equinix desenvolveu insights exclusivos baseados em dados sobre os principais pontos que estão influenciando as empresas, à medida que se reformulam para alcançar sucesso em uma economia cada vez mais digital. A empresa está presente em 52 mercados globais, com mais de 9.800 clientes.

“Avanços tecnológicos rápidos continuarão a abrir as portas para maior velocidade, eficiência, segurança, inteligência e escala de negócios digitais. Mas sem as infraestruturas de TI adequadas que são concebidas e construídas para alavancar a interconexão para simplificar a complexidade e integrar as tecnologias digitais desde o início, as organizações não serão capazes de obter todos os seus benefícios”, afirma Diego Julidori, gerente de produtos da Equinix no Brasil.

Previsões:

1) 5G: as redes sem fio de alta velocidade do futuro irão acelerar a transformação da rede no presente

O 5G abrirá possibilidades infinitas de transformação digital, especialmente com a evolução da Internet das Coisas (IoT) e a inteligência artificial (IA). Para alcançar a alta densidade de ondas de rádio exigida pelo 5G, os provedores de serviço pretendem otimizar os custos utilizando equipamentos de rede de mercado com base em Open-Source e virtualização das camadas de rede no acesso. Esses esforços abrirão caminhos para que a arquitetura de Edge resolva as rede de acesso a rádio “centralizada”, que alimentam vários rádios por meio de grupos de software de rede virtualizados.

A Equinix antecipa, para 2019, investimentos maciços na reforma da infraestrutura das redes móveis existentes e na construção de uma nova infraestrutura de Edge, bem como em equipamentos de rede de mercado com base em Open-Source e virtualização das camadas de rede no acesso.

“O 5G é uma das tendências mais fortes que teremos em 2019. Ele virá com uma capacidade de velocidade muito alta e vai viabilizar acesso em áreas que não tínhamos antes. Quando pensamos na forma como essa tecnologia poderá ser distribuida para o ecossistema podemos comparar com a estratégia aplicada ao desenvolvimento de caminhões autônomos, grandes hubs que devem circular em grandes rodovias para chegar em centros maiores ainda. Tudo precisa estar conectado para funcionar perfeitamente e dar certo”, afirma Julidori.

 

2) Inteligência Artificial (IA): as arquiteturas de IA de próxima geração serão descentralizadas

O crescente uso da Inteligência Artificial nos negócios e na sociedade aumentará exponencialmente o uso de dados. Embora as arquiteturas de IA de primeira geração tenham sido centralizadas historicamente, a Equinix prevê que, no próximo ano, as empresas começarão a entrar no reino das arquiteturas de IA distribuídas. A construção e inferência do modelo de IA ocorrerão em locais de edge, gerando a maior parte dos dados. Para acessar mais fontes de dados externas de modo a obter previsões exatas, as empresas se voltarão para os marketplaces de transações de dados seguras. Também se esforçarão por alavancar a inovação de IA em múltiplas clouds públicas, sem ficarem presas a uma única cloud, descentralizando ainda mais sua arquitetura.

 

3) Blockchain: a interconexão de redes trará amadurecimento ao blockchain, promovendo maior segurança e monetização de negócios

Os investimentos em blockchain estão crescendo a uma taxa composta de crescimento anual de 73%, com projeções de um total de gastos de US$ 11,7 bilhões até 2022, de acordo com a IDC[1]. A Equinix prevê que:

· As empresas começarão a participar simultaneamente de várias redes de blockchain (por exemplo, segurança alimentar, finanças, transporte global de contêineres) e, assim, criarão redes interconectadas — algo que lhes permita interagir simultaneamente com suas várias redes de blockchain.

· O blockchain será usado por empresas em aplicações nas quais o desempenho em tempo real é importante, como rastreio das transações eletrônicas , na comunicação/troca de dados Machine-to-Machine (IoT) e na liquidação de moedas, entre fronteiras, só para citar algumas.

A integração se tornará um enorme desafio na medida em que as empresas integrem suas aplicações antigas a várias redes de blockchain, Gerando uma necessidade de criar/participar de pontos de troca de tráfego de blockchain com outros participantes com conexões diretas.

4) Privacidade de dados: mudanças nas leis de proteção de dados e a crescente preocupação com a privacidade inspirarão processos de segurança mais progressivos

Muitas empresas e provedores de SaaS estão implantando miniclouds em várias regiões, de modo a aderir às exigências de conformidade e de residência local de dados. Também estão buscando arquiteturas de gerenciamento de dados distribuídas, que exigem redes globais e malhas de dados para gerenciar coerentemente essas miniclouds distribuídas.

A Equinix prevê que, para evitar violações e manter o controle de dados, as empresas analisarão:

· Novas técnicas de gerenciamento de dados que podem funcionar com dados criptografados.

· Nova tecnologia de virtualização baseada em hardware que impedirá que provedores de serviços monitorem os dados de seus clientes.

 

5) Cloud: Ambientes de multicloud aumentarão a relevância da interconexão

No momento, as empresas estão acessando soluções de SaaS, IaaS e PaaS de vários provedores de cloud e, à medida que buscam arquiteturas multicloud, estão também percebendo que seu perímetro de segurança tradicional precisa ser estendido a soluções de segurança multiclouds. Essas tendências indicam que, na medida em que a cloud continue a amadurecer, 2019 verá o surgimento do próximo patamar de desafios associados às abordagens de cloud híbrida e de multicloud.

As empresas enfrentarão os problemas de integração e gerenciamento que sobrevêm com múltiplas clouds e buscarão o parceiro adequado de interconexão para navegar através da complexidade da cloud. De acordo com o Global Interconnection Index, estudo de mercado publicado pela Equinix, há previsões de que a interconexão entre as empresas, a cloud e os provedores de TI cresça 98% ao ano até 2021, favorecendo os negócios que geram novos serviços digitais e migram cargas de trabalho existentes para plataformas de cloud de terceiros.

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Agência3 assina projeto digital sobre sustentabilidade para DOW

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Diálogos Mais Sustentáveis é uma plataforma de conteúdo criada pela Agência3 para DOW, empresa líder em ciência dos materiais, com o objetivo de discutir os desafios mais críticos que envolvem a sustentabilidade na América Latina e propor ações de impacto positivo. A ideia é que seja um espaço de compartilhamento de informações e de parceria com a sociedade para a construção de um mundo mais sustentável. A Dow oferece produtos e soluções de base científica para mercados importantes como embalagens, infraestrutura e cuidados do consumidor.

A agência fornecerá conteúdo digital para reforçar a comunicação com vários públicos e dar visibilidade ao projeto, reforçando o compromisso da marca com a sustentabilidade. Entre as metas da empresa estão a redução das emissões anuais de carbono até alcançar a neutralidade em 2050, investir em tecnologia para reciclagem de plásticos e até 2035 oferecer 100% de produtos reutilizáveis ou recicláveis nas aplicações de embalagens.

“A intenção é, por meio do nosso hub de conteúdo, abrir um espaço de conversa que amplie o conhecimento para reforçar as mudanças em nome da sustentabilidade”, diz Willian Rocha, Diretor de Conexões da Agência3.

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Estácio é o novo cliente da Raccoon

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A agência de marketing digital Raccoon assume a conta da Estácio, um dos maiores players de educação superior no Brasil, com uma enorme presença nacional. Entre outras ações, o escopo de trabalho da agência envolve gestão, performance (mídias pagas, web analytics e design) e criação de conteúdo digital (conteúdo, CRM, CRO, SEO e Front End). A parceria entre as empresas teve início em dezembro de 2020.

De acordo com André Palis, sócio-fundador da Raccoon, a conta da Estácio era um desejo antigo da empresa e um enorme desafio para a equipe. “Trata-se de um projeto bastante profundo. O segmento educacional é muito concorrido, os players do setor têm uma presença forte e intensa no ambiente online, de modo que o nível de trabalho tem que ser bem elevado”, afirma.

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Com estratégia Reamp e soluções para aplicativo do Google e Facebook, Movida transforma app em um dos principais geradores de negócios

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O uso de aplicativos para serviços automotivos apresenta grande crescimento no Brasil: segundo o eMarketer, até 2019, a popularidade desse serviço entre os donos de smartphones cresceu a uma taxa de 15% por ano, desde 2017. Foi percebendo essa oportunidade que a Reamp, adquirida pelo digital partner global Jellyfish em 2020, e a Movida Aluguel de Carros, locadora de veículos que oferece soluções inovadoras em mobilidade urbana para todo tipo de necessidade, criaram um projeto de otimização de aplicativo com tecnologia Google que transformou a performance nesse canal. O projeto contou, ainda, com o estudo direcionado sobre Aumento de Conversão do Facebook, com otimização da campanha também pela rede social.

O projeto, que ganhou ainda mais visibilidade com mudanças necessárias provocadas pela pandemia de COVID-19, começou com uma análise simples: a observação de que o site concentrava todas as conversões online, enquanto o app, que oferece praticidade e rápido acesso, gerava somente visitas, não conversões. “Era uma questão de centralizar a ciência de dados em mensuração e direcionamento de campanha. Com o aplicativo otimizado para compra, restava entender como engajar o usuário e apresentar para ele a oferta oportunamente”, contou Charles Sperandio, CMO da Movida.

A solução da Reamp foi simples: centralizar a mensuração no Analytics Firebase, do Google, e enviar, por lá, notificações via push de acordo com variantes como clima, audiência mais responsiva e geografia. “A ferramenta do Firebase, nesse contexto, acaba sendo essencial para a estratégia de crescimento, centralizando as informações sobre o app em um só lugar e permitindo uma mensuração mais precisa de desempenho, possibilitando ajustar estratégias em tempo real”, comenta Gustavo Galli, Gerente de Parcerias do Google.

A aferição do valor da otimização de social, feita em parceria com o Facebook, calculou o incremento das vendas – um método conhecido como Conversion Lift. Foi possível observar que, dentro das campanhas de social, a pesquisa foi fundamental e revelou tanto a importância da campanha na rede social (responsável pelo aumento do ROAS – Retorno Sobre o Investimento Publicitário – em mais de cinco vezes), quanto da sedimentação da mensagem pelo multicanal – contribuindo, também para as compras feitas dentro do aplicativo. Em resumo, a nova estratégia da Movida no Facebook, com uma estrutura de conta mais simples e ferramentas disponíveis no próprio aplicativo, aumentou o número de pessoas interessadas em seus serviços.

Para a empresa digital, o sucesso veio de uma convergência de fatores. “Foi importante a nossa percepção do aplicativo, mas também a estratégia de centralização, organização e ativação dos dados de usuário. No fim, o que conseguimos foi contextualizar o aplicativo dentro da jornada de compra e torná-lo relevante para o usuário no contexto dele, coordenando as táticas de App+Site. Quanto à estratégia de push, só no primeiro mês de disparos, o número de reservas aumentou 17% e o número de aberturas do app cresceu 48%. É uma média de aumento de 69% em aberturas do aplicativo e 20% em reservas a cada disparo. Pensando na estratégia geral, em apenas quatro meses, a participação de investimento nas campanhas de app aumentou de 5% para 44%, enquanto as reservas passaram de 9% para 59%.”, conclui Adones Duarte, da Reamp.

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