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Estudo da IBM aponta: 64% dos diretores de marketing e vendas estarão prontos para adotar inteligência artificial nos próximos três anos

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61% dos entrevistados disseram que a computação cognitiva e IA permitirão a disrupção nas atividades de marketing e vendas, mas poucos afirmam que a tecnologia já consta no planejamento de suas corporações

A IBM acaba de divulgar seu novo estudo sobre como profissionais de marketing e vendas estão adotando ou pretendem utilizar tecnologias cognitivas. Apesar de 64% dos diretores de marketing e líderes de vendas entrevistados acreditarem que suas indústrias estarão preparadas para obter esse tipo de tecnologia nos próximos três anos, somente 24% dos participantes da pesquisa afirmam ter uma estratégia estabelecida no momento para aderir à inteligência artificial (IA).

Segundo o novo estudo do IBM Institute for Business (IBV), “Do dilúvio de dados à insights inteligentes: adoção de computação cognitiva para permitir valor no marketing e nas vendas”, tanto os CMOs como os chefes de vendas concordam que a “satisfação do cliente” é um dos motivos mais valiosos para adotar soluções cognitivas ou de inteligência artificial. Muitos dos entrevistados disseram que não estão seguros de que suas organizações estão de fato preparadas para fazer uma transição bem-sucedida.

A pesquisa foi realizada junto a consultoria Oxford Economics e se baseia em uma entrevista com 525 CMOs e 389 líderes de vendas de indústrias globais, incluindo países da América Latina.

Constituem 13% da pesquisa executivos de empresas que superaram a concorrência durante os últimos 3 anos em fatores como crescimento de receita, rentabilidade, entre outros. Destes:

93% acreditam que a computação cognitiva está pronta para ser usada no mercado;
91% afirmam que a computação cognitiva é boa para suas organizações;
24% asseguram que já estão aplicando tecnologias cognitivas em suas empresas, mas somente os 3% da outra turma de CMOs e executivos de vendas afirmam o mesmo.
Estes executivos de alta performance estão à frente do ‘jogo cognitivo’, pois 73% já coletam e analisam informações do mercado externo.

 

O que é computação cognitiva ou inteligência artificial?

A computação cognitiva é a tecnologia que pode compreender e racionalizar rapidamente grande quantidade de informações estruturadas e não estruturadas, como sons e imagens, de maneira similar aos humanos: raciocinando, aprendendo e interagindo. Enquanto as análises tradicionais usualmente se baseiam em dados estruturados para que as empresas tirem conclusões, as tecnologias cognitivas têm a capacidade para analisar e extrair valor das informações estruturadas e não estruturadas – 80% dos dados são “invisíveis” às companhias.

Para os diretores de marketing entrevistados, a vantagem real destas soluções se encontra em duas áreas-chave: melhora na experiência com o cliente e resultados financeiros – incluindo o aumento dos rendimentos financeiros e da capacidade de identificar o ROI de marketing.

De acordo com Claudio Santos, líder de IBM Watson Customer Engagement, há três pontos necessários para dimensionar o alto potencial da inteligência artificial nas áreas de marketing e vendas:

Incluir soluções cognitivas na estratégia de reinvenção digital das empresas de qualquer tamanho: a inteligência artificial proporciona melhor experiência do cliente por meio da hiper-personalização. As novas tecnologias permitem extrair conhecimento das preferências, comportamentos e atitudes dos usuários, para tomar decisões que beneficiam os negócios

Fazer da inteligência artificial uma oportunidade de ouro se tratando de colaboração e inovação: implementar soluções cognitivas para marketing e vendas requer um alinhamento estreito entre o CMO, o diretor de vendas, o CIO – Chief Executive Officer -, o CTO – Chief Technology Officer -, entre outros envolvidos para cumprir com os objetivos estratégicos do negócio. O uso de IA também pode alinhar o serviço ao cliente, cadeia de fornecimento, desenvolvimento de produtos, recursos humanos e capacitação, assim como operações e finanças.

Começar pequeno, mas começar. Muitos executivos de marketing e vendas temem que a mudança para a IA os obrigue a “diminuir e substituir” as ferramentas e processos que utilizam para analisar as informações dos clientes e criar experiências. Pelo contrário, existem numerosos tipos de soluções cognitivas que marketing e vendas podem implementar para superar desafios específicos. Mais da metade das empresas que superaram a concorrência já começou sua transição para a inteligência artificial. O risco real é esperar demais para mudar.
Conheça mais sobre o estudo em https://ibm.co/2ulD0Ub

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Agência3 assina projeto digital sobre sustentabilidade para DOW

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Diálogos Mais Sustentáveis é uma plataforma de conteúdo criada pela Agência3 para DOW, empresa líder em ciência dos materiais, com o objetivo de discutir os desafios mais críticos que envolvem a sustentabilidade na América Latina e propor ações de impacto positivo. A ideia é que seja um espaço de compartilhamento de informações e de parceria com a sociedade para a construção de um mundo mais sustentável. A Dow oferece produtos e soluções de base científica para mercados importantes como embalagens, infraestrutura e cuidados do consumidor.

A agência fornecerá conteúdo digital para reforçar a comunicação com vários públicos e dar visibilidade ao projeto, reforçando o compromisso da marca com a sustentabilidade. Entre as metas da empresa estão a redução das emissões anuais de carbono até alcançar a neutralidade em 2050, investir em tecnologia para reciclagem de plásticos e até 2035 oferecer 100% de produtos reutilizáveis ou recicláveis nas aplicações de embalagens.

“A intenção é, por meio do nosso hub de conteúdo, abrir um espaço de conversa que amplie o conhecimento para reforçar as mudanças em nome da sustentabilidade”, diz Willian Rocha, Diretor de Conexões da Agência3.

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Estácio é o novo cliente da Raccoon

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A agência de marketing digital Raccoon assume a conta da Estácio, um dos maiores players de educação superior no Brasil, com uma enorme presença nacional. Entre outras ações, o escopo de trabalho da agência envolve gestão, performance (mídias pagas, web analytics e design) e criação de conteúdo digital (conteúdo, CRM, CRO, SEO e Front End). A parceria entre as empresas teve início em dezembro de 2020.

De acordo com André Palis, sócio-fundador da Raccoon, a conta da Estácio era um desejo antigo da empresa e um enorme desafio para a equipe. “Trata-se de um projeto bastante profundo. O segmento educacional é muito concorrido, os players do setor têm uma presença forte e intensa no ambiente online, de modo que o nível de trabalho tem que ser bem elevado”, afirma.

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Com estratégia Reamp e soluções para aplicativo do Google e Facebook, Movida transforma app em um dos principais geradores de negócios

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O uso de aplicativos para serviços automotivos apresenta grande crescimento no Brasil: segundo o eMarketer, até 2019, a popularidade desse serviço entre os donos de smartphones cresceu a uma taxa de 15% por ano, desde 2017. Foi percebendo essa oportunidade que a Reamp, adquirida pelo digital partner global Jellyfish em 2020, e a Movida Aluguel de Carros, locadora de veículos que oferece soluções inovadoras em mobilidade urbana para todo tipo de necessidade, criaram um projeto de otimização de aplicativo com tecnologia Google que transformou a performance nesse canal. O projeto contou, ainda, com o estudo direcionado sobre Aumento de Conversão do Facebook, com otimização da campanha também pela rede social.

O projeto, que ganhou ainda mais visibilidade com mudanças necessárias provocadas pela pandemia de COVID-19, começou com uma análise simples: a observação de que o site concentrava todas as conversões online, enquanto o app, que oferece praticidade e rápido acesso, gerava somente visitas, não conversões. “Era uma questão de centralizar a ciência de dados em mensuração e direcionamento de campanha. Com o aplicativo otimizado para compra, restava entender como engajar o usuário e apresentar para ele a oferta oportunamente”, contou Charles Sperandio, CMO da Movida.

A solução da Reamp foi simples: centralizar a mensuração no Analytics Firebase, do Google, e enviar, por lá, notificações via push de acordo com variantes como clima, audiência mais responsiva e geografia. “A ferramenta do Firebase, nesse contexto, acaba sendo essencial para a estratégia de crescimento, centralizando as informações sobre o app em um só lugar e permitindo uma mensuração mais precisa de desempenho, possibilitando ajustar estratégias em tempo real”, comenta Gustavo Galli, Gerente de Parcerias do Google.

A aferição do valor da otimização de social, feita em parceria com o Facebook, calculou o incremento das vendas – um método conhecido como Conversion Lift. Foi possível observar que, dentro das campanhas de social, a pesquisa foi fundamental e revelou tanto a importância da campanha na rede social (responsável pelo aumento do ROAS – Retorno Sobre o Investimento Publicitário – em mais de cinco vezes), quanto da sedimentação da mensagem pelo multicanal – contribuindo, também para as compras feitas dentro do aplicativo. Em resumo, a nova estratégia da Movida no Facebook, com uma estrutura de conta mais simples e ferramentas disponíveis no próprio aplicativo, aumentou o número de pessoas interessadas em seus serviços.

Para a empresa digital, o sucesso veio de uma convergência de fatores. “Foi importante a nossa percepção do aplicativo, mas também a estratégia de centralização, organização e ativação dos dados de usuário. No fim, o que conseguimos foi contextualizar o aplicativo dentro da jornada de compra e torná-lo relevante para o usuário no contexto dele, coordenando as táticas de App+Site. Quanto à estratégia de push, só no primeiro mês de disparos, o número de reservas aumentou 17% e o número de aberturas do app cresceu 48%. É uma média de aumento de 69% em aberturas do aplicativo e 20% em reservas a cada disparo. Pensando na estratégia geral, em apenas quatro meses, a participação de investimento nas campanhas de app aumentou de 5% para 44%, enquanto as reservas passaram de 9% para 59%.”, conclui Adones Duarte, da Reamp.

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